A 6ª edição do Operafest 2025, liderada pela soprano Catarina Molder, com a produção da Ópera do Castelo, de 7 de Agosto a 16 de Setembro, levou a magia da ópera directamente a cerca de 11 500 pessoas, durante um mês de programação estimulante, em torno de“amores proibidos” conjugando grandes clássicos, com ópera de vanguarda e estreias nacionais. Sempre na senda da conquista de novos públicos e com casas cheias, aconteceu em novos recintos e novos parceiros de programação, expandindo-se na área da grande Lisboa.
Afirmou-se mais uma vez, nacional e internacionalmente, como um festival de ópera “fora da caixa” que se frui com a paixão de um festival pop!
“Impressionante fidelização de público deste festival, com uma vitalidade impressionante.”Opern Glass
“O Operafest habituou-nos a programas inusitados e a uma saudável convergência entre novidade e tradição”
Première Loge
“O elenco ofereceu interpretações inesquecíveis.” Scherzo Magazine
“Alinhamento dos planetas no céu em Lisboa: uma produção brilhante” Première Loge
10 espectáculos de ópera
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3 produções em estreia
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4 óperas
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1 estreia nacional
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5 filmes no ciclo Cine-Ópera
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1 rave operática
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Oficinas para públicos variados e conferências
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1 ópera em versão televisiva
O Operafest 2025 arrancou em Oeiras, na cenografia perfeita do Convento da Cartuxa, em Caxias, recebendo ópera pela primeira, e uma das grandes óperas de sempre: "La Traviata" de Verdi (1853), a partir da "Dama das Camélias" de Alexandre Dumas. Com um grande elenco principal protagonizado pela soprano croata Darija Auguštan que enfeitiçou o público com a beleza e mestria do seu canto, contou com a encenação estimulante do actor e encenador David Pereira Bastos, a direcção musical do maestro Osvaldo Ferreira, acompanhada pela Orquestra Filarmónica Portuguesa, também sua co-produtora.
Este novo recinto revelou condições ideais para a fruição de ópera, em quatro noites quentes de Verão, banhadas pela lua cheia. Em Outubro, foi a vez desta produção se apresentar no Europarque, no âmbito do Fimuv!
“O elenco foi notável. Darija Augustan interpretou com sucesso o papel de Violetta, talvez o mais complexo do repertório de Verdi.” L’opera internationale magazine
“Ermin Ašćerić […] é o parceiro vocal e cénico ideal. […] o seu instrumento domina todas as dificuldades da partitura com surpreendente facilidade”
“o Coro Operafest […] voltou a destacar-se por um equilíbrio ideal de teatralidade e musicalidade.”
“Ovação final mais do que merecida” Première Loge
Ainda no convento da Cartuxa, foi a vez da Rave operática banhada de pop e electrónica, com laivos operáticos ao som de Tó Trip and Fake Latinos, Bateu matou e Dj Marfox!
A Aula Magna da Universidade de Lisboa, recebeu uma produção da grande pérola do barroco “Dido e Eneias” de Purcell, pela dupla: Os Músicos do Tejo e o encenador Rui Horta. Transgressora, provocativa, comovente e genuína. Um trabalho que não deixou ninguém indiferente, gerando paixões e repúdios, à boa maneira operática.
“Entusiasmante!” Opera Magazine
“Em sintonia com a criatividade cénica e a excelência vocal desta produção, o maestro Marcos Magalhães […] mostra que a ópera de Purcell contém muitos mais tesouros”
“O formidável Coro Operafest transformado numa matilha bestial e eructante." Première Loge
No ciclo inéditos e marcando a estreia do Operafest na Culturgest, apresentou-se a aguardada estreia nacional da ópera "Julie" (2005), do compositor belga Philippe Boesmans, que em 2022 nos deixou, e, uma obra prima do século XXI, a partir da peça "Menina Júlia", do dramaturgo sueco August Strinberg. Em co-produção com Artway, contou com a encenação remarcável da encenadora alemã Daniela Kerck, sob a batuta do maestro Bruno Borralhinho, com um elenco de solistas virtuosos, acompanhado pelo o ensemble orquestral da beira interior.
“A cenografia de Daniela Kerck e os figurinos de Hannah König enfatizam as tensões sociais, criando uma atmosfera visual austera e poderosa.” Première Loge
“Bruno Borralhinho lutou pelo equilíbrio e claridade, conduzindo uma partitura exigente com precisão e permitindo, ao mesmo tempo, que a expressividade vocal brilhasse.” Première Loge
"O Ensemble Orquestral da Beira Interior revela uma qualidade notável” Fórum Opera
“a Kristin da jovem portuguesa […] Camilla Mandillo, causa forte impressão. […]”não só graças a uma técnica já bem dominada, mas sobretudo por um timbre fascinantemente caloroso.” Fórum Opera
Proporcionou oficinas de técnica Alexander para cantores e músicos, e conferências em torno da literatura e ópera e dos amores proibidos, no âmbito cultural do El Corte Inglés. O ciclo Cine-ópera em parceria com a Cinemateca Portuguesa, evocou o tema e as óperas desta edição, assim como prestou a devida homenagem a um dos vultos maiores da literatura Portuguesa, Camilo Castelo Branco, pelos duzentos anos do seu nascimento:”La Traviata" de Franco Zefirelli (1982), Castelo do Barba Azul", do realizador Michael Powell (1963) a única ópera e obra prima do compositor húngaro, Belà Bartók. "Miss Julie" de Alf Sjöberg (1951), "O Dia do Desespero" de Manuel de Oliveira (1992).
Teve ainda um grande impacto mediáco com forte presença promocional, durante um período de quase 5 meses, intensificando-se nas últimas 8 semanas, em todos os meios de comunicação, com anúncios impressos, spots e baners televisivos, radiofónicos e digitais, na RTP, TSF e antena 2, principais jornais: Público, Expresso, DN, Visão entre outros, revistas e plataformas de divulgação nacional e internacional e meios exteriores, assim como assinalável presença da crítica internacional.
Do seu público contou ainda com cerca de dois milhares de jovens e crianças, um crescente público fidelizado de faixas etárias e gostos variados que tem fruído com entusiasmo, ano após ano, os seus desafios e propostas
Nesta edição colaboraram mais de 220 profissionais das múltiplas áreas do sector, desde maestros, orquestras, coro, cantores, compositores, músicos, cantores, criativos a produtores, coordenadores, directores de cena, maestros correpetidores, frentes de casa, musicólogos, de várias gerações.
Desde o seu nascimento em 2020, que o Operafest tem sido a entidade em Portugal, que mais oportunidades tem dado a jovem talento para se estrear em ópera, assim como a entidade que faz estrear em ópera, o maior número de criativos portugueses.
No Operafest não existem voluntários, toda a sua força de produção é devidamente remunerada.
O Operafest Lisboa e Oeiras 2025 encerrou em chave de ouro, estreando-se no Centro Cultural Olga Cadaval, com a ópera mais vista de sempre "A Flauta Mágica" de W. A. Mozart (1791) com encenação de Mónica Garnel, da produção estreada em 2023, na versão portuguesa de Alexandre Delgado. Com um elenco português de luxo, que fez as delícias do público e da crítica, contou com a direcção musical de Pedro Carneiro e com a Orquestra de Câmara Portuguesa. Esta versão foi filmada para a RTP2, fazendo o Operafest chegar ao país inteiro!
No rescaldo do Operafest, a Ópera do Castelo apresentou ainda no São Luiz Teatro Municipal, a estreia nacional da ópera “Vanessa” de Samuel Barber, sessenta e sete anos após a sua criação no Metropolitan de Nova Iorque, numa produção memorável, liderada pelo maestro Diogo Costa e pela encenadora Daniela Kerck.
“O dinamismo e a audácia da Ópera do Castelo, têm de ser lembrados. Ao oferecer ao público português este Verão uma notável produção de "Julie" de Philippe Boesmans, em criação nacional e agora faz de novo trabalho pioneiro ao apresentar, também em estreia nacional “Vanessa” de Samuel Barber”
“O público potuguês não podia ter esperado melhor introdução à ópera de Barber”
“Para ocupar um lugar de honra no nosso panteão pessoal de eventos memoráveis.”
“e sobretudo a sua [Luís Rodrigues] magnífica interpretação […] revelam uma fineza notável na incarnação dramática”
“Guardamos várias imagens marcantes da interpretação de Volante.”
“Fica-se impressionado com a forma como a soprano portuguesa [Catarina Molder] se entrega desde logo, totalmente. Ao ouvi-la e ao vê-la em palco, perguntamo-nos que mosca terá picado a Callas quando recusou criar o papel-título da ópera de Barber…”
“A Orquestra Filarmónica Portuguesa dirigida por Diogo Costa […] é cúmplice atenta e inspirada deste luxuoso elenco vocal.”
“quando surge o maravilhoso Quinteto do final (‘To leave, to break…’), recebemo-lo como uma verdadeira oferta musical por parte de cantores e instrumentistas no auge da sua arte.”
Première Loge
O Operafest e a Ópera do Castelo agradecem a todos aqueles que tornaram possível a sua programação e a todo o público entusiasta que dela fruiu,
Um gigante Bem Haja Operático!!
Vivia a ópera e Viva o Operafest!!
“Calorosamente recebida pelo público, a produção confirmou o papel do OperaFest Lisboa e Oeiras, como uma plataforma para a inovação e o risco, dando espaço a intérpretes emergentes e propondo novas leituras de obras clássicas.” Usia Magazine
Produção
Parceria Institucional e
Programação
Financiamento estrutura
Mecenas
Parceiros Institucionais
Apoios Institucionais
Co-Produção
Parceiros Programação
Apoios
Media Partners
Operafest Lisboa 2025 ©
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